E daí que uma hora muda?
E daí que um dia acaba?
Se, fugaz, ela for breve,
Ou bem longa, que assim seja.
Doce ou feita de amargura.
O que importa é que me marque.
Que me marque sendo intensa.
Pois sempre vale a experiência
Que no coração deságua.
E daí que seja bruta?
E daí que seja calma?
Se incapaz de seguir junta
Ou jamais for separada,
Há de, sim, me deixar marca.
E o que importa é que me marque.
Que me marque sendo intensa
Pois sempre vale a experiência
Que no coração afunda.
E daí que seja curta?
E daí que seja cedo?
Se, voraz, ela for muita
Ou bem pouca, que assim seja.
Me liberte ou deixe preso.
O que importa é que me marque
Que me marque sendo intensa.
Pois sempre vale a experiência
Que deixa o coração aceso.
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